Naquele dia quente, pegou nela.
(…)
Não lhe soube nem a torrada nem a manteiga.
(….)
Deixou-se ficar, com uma coisa em suspenso, dentro de si.
(…)
Naquele dia quente, pegou nela.
(…)
Não lhe soube nem a torrada nem a manteiga.
(….)
Deixou-se ficar, com uma coisa em suspenso, dentro de si.
(…)
São coisas de todos os dias, as maçãs.
Gosto delas.
Todas as torradeiras (ou quase todas) tem, de vez em quando, crises. Ou porque aquecem demais, ou porque alguém as deixa atulhadas de migalhas ou simplesmente porque se querem armar em gente. Nesses casos as crises são existenciais.
Acabam todas da mesma maneira:
Isto para não falar dos dias em que o peso bruto ou abrutalhado se indispõe com a largura ou comprimento agigantado, ou qualquer outra irrelevância.