Há coisas que são divinas (ou até parecem).
Há coisas que são comédias (ou até parecem).
… há coisas que são coisas e que acontecem.
Há coisas que são divinas (ou até parecem).
Há coisas que são comédias (ou até parecem).
… há coisas que são coisas e que acontecem.
… alguém me disse que isto pod(ia) acontecer!
Só me ocorre dizer:
… alguém anda a gozar com a minha cara… só pode!
Porque hoje o sol, através de uns caracóis loiros, me fez sorrir…
Isto já me anda a emerdar demais! Carregar as minhas merdas… por muito idiota que seja (e é) ainda vai que não vai… agora, carregar as merdas alheias… isso é que é mesmo… idiota de todo (é mesmo).
(… isto molhado que me escorre na cara… são lágrimas não são?)
É depressiva? Ah pois é! E muito! E também é triste e muito bonita ao mesmo tempo. E é também uma das formas de celebrar a tristeza
… toma lá tristeza!
Ora bem… se acreditar é fraqueza de imbecil, talvez os idiotas tenham alguma hipótese de pegar nas possibilidades, nas oportunidades e nas necessidades e, esperar que a porra das probabilidades se junte à festa.
Se todas estas “dades” se entenderem… vão escorraçar as saudades e fazer surgir as verdades.
Até lá… é mesmo só aguentar!
(… que lindo pedaço de prosa este, sim sr!)
Sai de casa e uns metros mais longe, vi-me reflectida na montra da pastelaria defronte. Nesse momento, senti que as calças estavam mais largas. Bolas, estava mais magra! E então…?
Há por ai muitos sítios, muitas caves, muitas garagens…. onde nos dias… com sol… tocam músicas que se ouvem, que fazem bem.
Estava eu deitada numa linha abandonada e acordei com um comboio a passar-me por cima.
Lembrei-me:
“For most of my life, I’ve been a fool
And you know what a fool can do”
Então porque raio me admirava de estar ali?
- Estou aqui a escrever sobre distopia.
- Sim, eu também te gosto!
Diálogo alternativo:
- Nothing really ends!
- It doesn’t really matter at all!